
De uma forma geral ninguém fica feliz quando vence o imposto do seu veículo, inicia-se o prazo para declarar o imposto de renda etc. Mas o que a população necessita ficar atenta, é ter a noção concreta do que é feito com esse dinheiro que somos obrigados recolher em face do estado todos os anos.
Segundo pesquisas somente 1 ponto percentual, do que é arrecado é investido em educação, saúde, transporte, os 99 pontos percentuais restantes são para girar a máquina estatal, pagar salários do funcionalismo público, e ainda custear as obrigações da previdência social com os aposentados e pensionistas.
A nossa carga tributária é sem dúvida alguma escorchante, mas esse problema é majorado, quando se analisa o investimento governamental em setores essenciais, e garantidos pela Constituição Federal do Brasil, como bons exemplos temos a saúde e a educação, hoje os planos de saúde estão cada vez mais caros, mas mesmo assim as pessoas que dispõe de uma melhor situação financeira são obrigado a aderir a está saúde privada, garantindo assim uma melhor assistência pessoal, e a sua família. Na educação, no meu ponto de vista mora o maior problema pois sem dúvida uma educação de qualidade é o melhor alicerce que uma sociedade pode ter, melhorando assim a qualidade de vida das pessoas, garantido assim mão de obra especializada, diminuindo a pobreza, e as diferenças sociais. Os maiores investimentos nessa área deve ser na estrutura física, e valorização do professor pagando salários dignos, de um função tão importante por estes desempenhadas.
Por fim através desta exposição se torna visível, o porque de acharmos que nossa carga tributária é tão alta, simplesmente por não haver investimentos, nos quais o modelo definido na "CF" específica, a saúde, a educação etc, seriam obrigação do governo mas este não o faz, necessitando a população procurar os serviços privados.
Nos últimos anos alguns investimentos foram percebidos, não ainda na parcela necessária, mas em um ano tão importante quanto esse, a população deve dar um valor excessivo ao seu poder de voto, e saber analisar onde vai empregar esse poder, procurando pesquisar a vida do candidato em que sua confiança será empregada.


